17 Fevereiro 2014

Fases cinemáticas da modalidade CrossFit

  • Ais de los Angeles Quintero Rondón
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Eles dizem na história evolucionária do homem que com o passar do tempo o ser humano carregava uma série de objetos de diferentes tamanhos e formas, sejam eles animais, pedras, trocos, etc. Isso foi feito com a intenção de proteger, alimentar ou obter territórios. Pode-se afirmar que esse tipo de ação ajudou o homem a desenvolver de alguma forma o que atualmente é conhecido como habilidades físicas.

 

À medida que as civilizações cresciam, diferentes atividades surgiam onde, de alguma forma, avaliavam a força de um assunto. Essa força é mediada por objetos em movimento que carregam esse tipo de rotina com o tempo, transformando-a em uma disciplina esportiva conhecida hoje como levantamento de peso. Atualmente, o levantamento de peso é uma das mais antigas disciplinas dentro das práticas esportivas.

Segundo a bibliografia revisada, o levantamento de pesos é determinado por uma força dinâmica que se desenvolve no processo de treinamento. É por isso que você deve executar uma boa execução da técnica, pois ela está sempre orientada para a busca por maior desempenho. Para Cuervo e outros (2007) a preparação técnica é o processo de formação de conhecimentos, habilidades e hábitos que compõem as ações básicas na especialidade esportiva. Pode ser explicado como teoricamente revisado que o corpo humano é estruturado exclusivamente por alavancas. Para Quintero (2018) estes são mais favoráveis ​​no aumento de velocidade ao transmitir força aos músculos. Esta função pode ser possível se a preparação técnica estiver funcionando corretamente.

Ou seja, para que este tipo de atividade física deva ter uma estrutura favorável no que diz respeito à aplicação de uma técnica esportiva adequada, que permitirá o aumento da velocidade da barra, já que o desempenho de uma técnica ruim geram força muscular desnecessária durante o movimento, gerando maior gasto energético (Quintero, 2018).

Atualmente, o levantamento de peso evoluiu, uma vez que está sendo incluído em novas tendências físicas, variando seus estilos de inicialização e limpeza. A primeira é a técnica mais complexa em relação à outra, sendo o início o primeiro exercício utilizado para a abertura de competições (Chio, 2008). O CrossFit criou um novo estilo de levantamento de peso nos últimos tempos, chamando-o de boot snatch.

O CrossFit como seu criador o chama popularmente de "superação de seus próprios limites", é um método credenciado nos Estados Unidos por Greg Glassman, ex-ginasta que o implementou para o auto-aperfeiçoamento e assim poder ter mais controle de seu corpo momento das competências nesta disciplina, trabalhando a partir de movimentos estáticos como dinâmicos. Para muitos países, o CrossFit é conhecido não apenas como uma marca (CrossFit Inc.), mas como um novo modelo de treinamento composto por exercícios continuamente variados, realizados por praticantes de alta intensidade. Estes treinamentos são realizados em uma caixa (nome dos ginásios não convencionais).

Segundo a CrossFit Inc. (2014) "É o esporte de fitness e caracteriza-se por ser um sistema de condicionamento físico baseado em movimentos funcionais, criatividade e variedade de exercícios, alta intensidade e curta duração. (...) Nossos atletas treinam na execução de movimentos de ginástica olímpica. (...) Também nos concentramos no Levantamento Olímpico. (...) Por fim, promovemos e ajudamos os atletas a explorar múltiplos esportes como forma de se expressar e aplicar sua aptidão física "(pp. 3-7).

Um dos objetivos perseguidos pelo CrossFit, é buscar o desenvolvimento do tônus ​​muscular, como seu antecessor afirma que seu propósito é "aumentar sua funcionalidade nos diferentes movimentos da vida cotidiana", pode ser útil em diferentes disciplinas onde use-o Da mesma forma, o desenvolvimento de habilidades físicas é aumentado, já que o praticante (pessoas que praticam o CrossFit) pode obter adaptações rápidas, bem como fornecer um desenvolvimento de força e resistência. Um treinamento que está sendo desenvolvido de acordo com os treinadores, "com o objetivo de que os profissionais entrem em forma de forma rápida por meio de vários exercícios que são usados ​​como arrastar ou levantar pesos". (CrossFit Inc., 2014)

Segundo Quintero (2018) em sua obra "Fatores biomecânicos do arrebatar para o levantamento de peso", a musculatura esquelética cumpre uma função de grande importância, já que toda essa massa intervirá na execução de qualquer movimento ou aplicabilidade de uma força, já que que a energia química armazenada nos músculos será transformada em energia mecânica necessária para a realização da cinemática do movimento.

Existem várias dificuldades que podem afetar o movimento e são tratadas em relação aos diferentes conflitos que um praticante CrossFit apresenta. Esses problemas podem estar ligados ao mau uso da técnica, ou às forças intervenientes entre o sujeito e o peso, bem como outras séries de variáveis ​​que poderiam influenciar essa modalidade. (Quintero 2018)

Erros desempenham um papel importante em uma análise biomecânica do esporte, no entanto, isso pode ter uma influência negativa, levando o praticante a executar uma execução nula ou simplesmente diminuir o desempenho no snatch. A ausência de pesquisas que expressem a execução correta das fases do snatch (como é conhecido no CrossFit) e a falta de registros científicos da técnica dessa modalidade, deixa na incerteza as causas que podem afetar a mecânica no desempenho, como que não haveria certeza se o praticante está cometendo erros ou se esses problemas não foram corrigidos de forma confiável. (Quintero 2018)

A biomecânica do esporte, para alguns autores, tem origem na cinesiologia, porque as técnicas esportivas são adaptações de movimentos básicos (Gutiérrez, 2007). O objeto de estudo nesta disciplina de biomecânica são as técnicas esportivas, que são agrupadas por esportes de acordo com suas semelhanças (Izquierdo, 2008). Nessa oportunidade trabalhamos sob o suporte e correções nas quais essa ciência aplicada ao esporte poderia nos guiar, como a biomecânica, utilizando-a para dar a conhecer o snatch, chamado no levantamento de peso como modo de partida.

Como em qualquer disciplina, existem várias modalidades e cada uma depende de uma técnica. Nesta ocasião você estará trabalhando com a técnica de partida. Foi descrito por Luchkin (1962) como um movimento reto para cima até o momento em que a barra desliza para trás do levantador, descendo enquanto o atleta se move rapidamente por baixo dele para se encaixar. Este movimento descreve uma trajetória da barra ao longo do levantamento e é uma conseqüência direta das forças que o levantador aplica a ele. Considerando a trajetória envolvida no movimento, Vorobyev (1978) propôs que a barra descrevesse um caminho curvo na forma de um "S" alongado.

A bota é o estilo mais usado, sendo a técnica mais complexa, talvez uma das mais exigentes no estilo de levantar pesos e competições CrossFit. Segundo Pérez e Pita (1990), a partida é o primeiro passo para iniciar o exercício da competição e consiste em levantar a barra acima da cabeça com uma extensão completa dos braços. Tudo isso ocorre em um único movimento contínuo da plataforma até a extensão total dos braços.

Schilling et al. (2002), colocam a divisão em seis fases: posição inicial antes do levantamento (1), primeiro halon (2), transição (3), segundo halon (2), posição de pega (5) e recuperação (6).

Rods (2002), refere-se a quatro fases: primeiro halon (1), segundo halon (2), entrada (3) e recuperação (4).

Arioch (2005) propõe a decomposição da técnica de partida em sete fases: preparatória (1), aceleração preliminar (2), ajuste ou amortecimento (3), aceleração final (4), entrada abaixo no agachamento sem apoio (5), entrada abaixo no agachamento com apoio (6) e recuperação (7).

Este exercício é o primeiro a ser executado na competição. A figura 1 consiste no levantamento da barra com um movimento contínuo da plataforma até a extensão total dos braços na cabeça. No final, o levantador de pesos deve ficar parado e imóvel, esperando que o sinal do árbitro abaixe a barra.

Figura 1. Fonte: Manual de treinamento em iniciação esportiva no levantamento de peso (Castro Molina, P. 2005, Servisport Ltda.)

No CrossFit, esse movimento é chamado de arrebatar, que é uma das duas modalidades usadas em suas competições. Consiste em levantar um haltere da plataforma, estender os braços acima da cabeça em um único movimento e sem interrupção, realizando uma série de repetições no menor tempo possível.

A presente investigação é realizada na área de biomecânica externa, que tem como objetivo explicar as diferentes fases do snatch na modalidade CrossFit. Através do uso desta área de mecânica pretende-se fazer um registro qualitativo das variáveis ​​propostas para realizar este estudo. Os registros obtidos podem dar uma idéia mais clara aos treinadores e praticantes do que acontece na execução realizada por este último. Os registros das variáveis ​​foram feitos por meio de programas de computador, algo não tão novo, no entanto, correções e expansões de programas existentes serão propostas.

O objetivo foi identificar e descrever as fases da modalidade Snatch em praticantes do CrossFit.

Método

Para determinar a necessidade de pesquisa, o estudo baseou-se em pesquisa de campo levando o melhor praticante daquela Caixa, onde os dados são coletados diretamente da realidade; neste sentido, trata-se de investigações baseadas em dados originais ou primários. O nível da investigação é descritivo. Na presente investigação, a população foi constituída por um praticante de CrossFit da Quinta Toscana, Caracas, Venezuela, no mês de novembro de 2016, enquanto a amostra é retirada intencionalmente de toda a população.

Um estudo de caso foi conduzido escolhendo um único sujeito com as melhores características técnicas do snatch em um CrossFit WOW, que foi gravado por duas câmeras de alta velocidade a 120 quadros por segundo, e depois passar os vídeos para um computador para ser editado usando o MPEG Streamclip e o SkillSpector versão 1.3.2 para a construção do modelo mecânico que permitiu a descrição das fases cinemáticas do snatch.

Considera-se importante estudar esse movimento com o apoio da biomecânica esportiva, pois com esses resultados uma técnica poderia ser prescrita e talvez assim se tornar uma execução eficiente. Desta forma, os praticantes são auxiliados a melhorar suas habilidades, através de um estudo de fotogrametria em três resignações, que enfocarão as correções da técnica.

A fotogrametria segundo Izquierdo (2008), é uma técnica de análise de movimentos através do estudo de imagens. Foi uma das primeiras técnicas de análise biomecânica aplicadas no contexto científico no final do século XIX. A análise do movimento realizado durante o gesto esportivo permite que os técnicos e treinadores saibam como o atleta realiza a técnica e, assim, apresentam possíveis modificações na forma de fazer o gesto com base nas capacidades e características antropométricas dos sujeitos.

A técnica de arrebatar é uma variação da inicialização no levantamento de pesos. Por isso, está relacionado a essa disciplina de alto desempenho e buscam-se indicadores através da biomecânica para alcançar um alto nível de excelência, buscando a execução correta para evitar possíveis lesões.

De acordo com o que foi apontado, pode-se dizer que há uma falta de conhecimento das características cinemáticas que estão presentes em cada fase que constituirá a técnica de arrebatar no CrossFit. Portanto, as fases que vão formar as características desse movimento são desconhecidas. O objetivo desta pesquisa é dar a conhecer as fases que constituirão o movimento a seguir no trecho de praticantes do CrossFit.

Tabela 1. Características gerais do sujeito estudado

Características gerais

Idade do sujeito

33 anos

Experiência no CrossFit

7 anos

Massa do sujeito

75 kg

Barra de massa

50 kg

Barra de assunto de massa integrada

125 kg

Fases do arrebatar

Agarrar ou posição inicial

A barra ficará localizada na plataforma horizontalmente em frente ao trem inferior do praticante, colocando os pés sob a barra lado a lado. A projeção da barra passa pelas falanges dos polegares. Os pés são colocados aproximadamente a seguir à largura dos ombros, procurando que o executor aproveite a força das pernas durante o levantamento dos halteres (barra). As articulações dos joelhos devem ser separadas dos halteres, com um ângulo próximo a 90 ° aproximadamente, embora isso possa variar de acordo com o tamanho das extremidades inferiores de cada praticante. Ou seja, entre 120º para quem tem pernas longas e menos de 90º para quem tem costas longas e pernas curtas. A cabeça deve estar alinhada com as costas antes de fazer uma pequena curva em direção à parte de trás do corpo. O tronco deve estar localizado no eixo vertical em linha reta. Por outro lado, o haltere será realizado dependendo da mobilidade que o praticante tem em suas articulações e pode variar de acordo com o tamanho. A pronação deve ser feita com as mãos, usando uma pegada larga, o que garantirá um deslocamento mais curto e levantará a barra em um único movimento da plataforma até a extensão completa dos membros superiores verticalmente na cabeça. (Veja a Figura 2).

Figura 2. Agarrar ou posição inicial. Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Decolagem

Depois que o praticante coloca os pés sob a barra e flexiona as articulações dos joelhos como os quadris e, assim que o segmento da mão entra em contato com a barra, o implemento começa a decolar. Há atletas ou praticantes que realizam pequenos movimentos de cima para baixo e de baixo para cima para alcançar a posição ideal na articulação do joelho antes de realizar o levantamento da barra da plataforma. Segundo Cooper e Glassow (1973), os grandes músculos que cruzam as costas, o quadril e o joelho fornecem a energia necessária para o movimento. O resto do corpo atua como um sistema de alavancas e polias, com a função de transmitir as forças de reação em direção à barra (ver Figura 3).

Figura 3. Fase de decolagem. Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Primeiro halon

Para que essa fase possa ser cumprida, as articulações dos cotovelos devem estar totalmente estendidas (ver Figura 4), permitindo que os músculos do quadríceps realizem seu trabalho. Este trabalho de perna será feito até que a barra seja levantada acima da articulação do joelho para alcançar o terço inferior da coxa, o objetivo principal é levar os halteres para a posição que permite o uso máximo da força do praticante no próxima fase que é o mais importante. Segundo Garhammer (1985), a descrição dessa fase inclui a decolagem até que os joelhos atinjam seu maior ângulo na extensão, para então flexionar e reajustar as posições relativas dos segmentos corporais. Chio (2008) define o primeiro halon como uma das fases mais importantes do início, pois a partir daí inicia-se o movimento de levantar a barra, aplicando velocidade, aceleração e força entre outras variáveis ​​para poder dominar a execução e atingir o objetivo.

Figura 4 Fase do primeiro halon Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Segundo halon

Esta fase começa a partir do nível anterior, as articulações dos cotovelos permanecem estendidas até que a barra é mantida no nível das articulações do quadril onde a pélvis é feita, causando uma extensão completa da articulação do joelho. Esta fase é de grande importância, uma vez que o tronco vai na direção vertical para que a barra possa alcançar a altura máxima e a próxima fase possa ser cumprida. Segundo Gourgoulis e outros (2002) o segundo halon consiste na extensão máxima das pernas, quadris e tronco (ver Figura 5).

Figura 5. Fase do segundo halon. Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Entrada sob o halter

No momento em que o praticante bate na barra com os quadris, ele inicia o trabalho ativo dos braços, flexionando a articulação dos cotovelos e ombros, aproveitando a inércia que ocorrerá dos quadris até a altura do queixo (veja a Figura 6). Quando a barra atinge seu ponto mais alto, há uma rotação da articulação do ombro e, ao mesmo tempo, uma elevação dos braços, o atleta deve realizar uma extensão muito rapidamente. Então você deve parar o movimento para cima e começar o movimento do corpo para ficar sob o haltere agachando-se com um movimento rápido, separando os calcanhares da plataforma localizada em seu tarsi, fazendo rapidamente um movimento lateral dos pés formando um V enquanto o Articulações do quadril se movem em direção aos calcanhares para tornar a posição do agachamento mais estável, aumentando a base de sustentação. Ao mesmo tempo, os joelhos são flexionados enquanto o tronco é mantido verticalmente, para completar a extensão dos braços.

Figura 6. Fase de entrada sob o halter. Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Recuperação

Nesta última etapa o praticante ergue a barra perpendicularmente em relação ao solo, realizando este movimento com a parte inferior do corpo, iniciando a extensão da articulação dos joelhos, levando a barra na direção vertical até a sua altura máxima, mantendo os pés alinhados e separou um pouco mais do que a largura dos ombros sem mover os quadris. Isto porque, se existisse, uma elevação do mesmo levaria o centro de gravidade para a frente, provocando o desequilíbrio e produzindo a queda da barra. Uma vez que a elevação da barra até a sua altura máxima ocorre, ela desce e o movimento recomeça, dependendo da WOD (rotina) que está sendo executada (veja a Figura 7).

Figura 7. Fase de Recuperação. Modelo mecânico do SkillSpector versão 1.3.2.

Conclusões

Houve um pequeno número em relação à amostra que participou da presente investigação, pois foi realizado um estudo de caso para extrair os resultados em relação às fases que formarão o fragmento na modalidade Snatch.

Este estudo busca garantir que os praticantes e treinadores do CrossFit possam contar com material de apoio para o entendimento das características biomecânicas dos sujeitos desta modalidade.

Por fim, este estudo busca reduzir as possíveis falhas que podem ocorrer na execução das ferramentas de arrebatar e deixar como um guia para orientar o tempo para fazer uma possível correção e também evitar possíveis lesões.

Recomenda-se a realização de outros, onde outros fatores biomecânicos, cinéticos e cinemáticos são avaliados em maior profundidade.

Referências

Arioch (2005). Executando o lanche. Universo de musculação. [Documento on-line]. Disponível: http: // www.bodybuildinguniverse .com / routine8.htm. [Consulta: 2007, 25 de junho].

Castro Molina, P. (2005). Manual de treinamento em iniciação esportiva no levantamento de peso . Chile: Servisport Ltda.

Chio (2008). No início, um levantamento de peso: do esporte ao treinamento esportivo. Associação nacional de força e condicionamento , Vol. 27, No. 1. p. 42-48.

Cooper, J. e Glasgow, R. (1973). Cinesiologia Buenos Aires: Panamericana Medical.

Crossfit, Inc. (2014). O guia de treinamento crossfit . [Documento on-line]. Disponível: http://library.crossfit.com/free/pdf/CFJ_Seminars_TrainingGuideSept211_EN.pdf [Consulta: 2015, 30 de novembro]

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Vorobyev AN (1978). Um livro sobre halterofilismo . Budapeste: Federação Intemacional de Halterofilismo. pp. 86-104.

 

Ais de los Angeles Quintero Rondón *

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Jeovanny Bladimir Tomedes Stop **

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* Professor de Educação Física, UPEL - IPC

Mestrado em Biomecânica, UPEL - IPC

Doutorando em Atividade Física e Ciências do Esporte

Instituto Pedagógico de Maracay

** Professor de Educação Física, UPEL - IPC

Mestrado em Biomecânica, UPEL - IPC

TSU em Informática, Faculdade Universitária Francisco de Miranda

Engenharia de Computação, Alejandro de Humboldt University

Mestre em Gerenciamento de Projetos pela Caribbean International University.

Doutorando em Atividade Física e Ciências do Esporte, Instituto Pedagógico de Maracay

(Venezuela)

Recepção: 04/09/2018 - Aceitação: 25/11/2018

1ª Revisão: 10/28/2018 - 2ª Revisão: 11/23/2018

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